Header widget area left
Header widget area right

Vendedores de Sonhos….

estrategiaspoliticas
0 comentários
Marketing Político

Vendedores de Sonhos....

Ganham aos quatorze anos a primeira gravata, com as cores do partido que melhor os ilude.

Aos quinze, seguem a caravana. Aplaudem conforme o cenho das chefias. São os chamados anos de formação. Aí aprendem a compor o gesto, a interpretar humores, a mentir honestamente. Aprendem a leveza das palavras, a escolher o vinho, a espumar de sorriso nos dentes. Aprendem o sim e o não mais oportunos.

Aos vinte anos, já conhecem pelo cheiro o carisma de uns, a menos-valia de outros, enquanto prosseguem vagos estudos de direito ou economia. Estão de olho nos primeiros cargos; é preciso minar, “des”minar, intrigar, reunir.

Só os piores conseguem ultrapassar essa fase. Há então os que vão para os municípios, os que preferem os organismos públicos. Tudo depende de um golpe de vista ou dos patrocínios à disposição.

É bem o momento de integrar as listas de elegíveis, pondo sempre a baixeza acima de tudo. A partir do parlamento, tudo pode acontecer: diretor de empresa pública, coordenador de campanha, assessor de ministro, ministro, diretor executivo, presidente da caixa, embaixador no fim do mundo, mais à frente, para coroar a carreira, o golden-share de uma cadeira ao pôr-do-sol.

No final, para os mais obstinados, pode haver nome de rua (com ou sem estátuas), flores de panegírico, fanfarras e... Formol...!

Pincei um trecho do livro “Movimentos no Escuro” do poeta português José Miguel Silva, que traduziu como poucos a condição política mundial.

Alguns políticos movidos pela ganancia que nos submetem aos mais diversos desafios, até mesmo os elegerem. Políticos eleitoreiros, que sem a mínima estratégia, sem grupo, sem equipe e também sem o apoio dos parentes, nos contratam para simplesmente vender seus sonhos.

Moral da história, para os políticos que buscam futuro no pleito, procurem com antecedência seus familiares, amigos e principalmente os profissionais de campanha, para desenvolverem com antecedência as estratégias políticas e os planos de governo.

Nós, profissionais de campanha estudamos nos aperfeiçoamos e trabalhamos para não apenas vender sonhos, mas sim, projetos concretos que proporcione conforto e bem estar da população, que nos dias de hoje sofre com alguns políticos que divulgam falsas promessas, mentiras e em muitos casos acabam líderes de esquemas de corrupção.

Ronnie Annunciação - É Membro da Associação Brasileira de Consultores Políticos (ABCOP), participou nos níveis estratégicos de diversas campanhas eleitorais e planejamento de mandatos.

Atualmente é sócio-diretor do Portal Estratégias Políticas, da Two.up Merchandising e da Ooz Participações Editora e Propaganda. É escritor, colunista de política e de jornalismo em diversos jornais, revistas e sites.

Continue Lendo

Brasil deverá ter sete novos partidos políticos nas próximas eleições

estrategiaspoliticas
0 comentários
Marketing Político

Nesta atual gestão a Câmara dos Deputados conta com 28 partidos representados, no Brasil nunca ocorreu esse fato, é algo praticamente inexistente em outros países democráticos.

Apenas a Índia possui um Parlamento com mais siglas - em contrapartida, a fragmentação aqui é maior do que lá. Apesar do excesso evidente, ainda há quem ache pouco. Nas eleições do ano que vem, sete partidos devem estrear nas urnas. São legendas que estão na fase final das etapas necessárias para obter o registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A lista é representativa dos múltiplos interesses que movem os criadores de partidos. Há duas siglas ideológicas, a Rede Sustentabilidade e o NOVO. Outros dois que podem se encaixar na categoria dos folclóricos serão: o Partido Militar, Partido da Mulher e NOVA ARENA - Nova Aliança Renovadora Nacional.

E há aqueles criados para reforçar o poder de legendas já existentes. Nesta categoria estão o Partido Liberal - o PL do ministro Gilberto Kassab - e o Muda Brasil.

De longe, a Rede é o mais estruturado. Sob a liderança da ex-presidenciável Marina Silva e com o apoio de parlamentares, a sigla reuniu cerca de 800.000 assinaturas para pedir o registro em 2013, a tempo de disputar as eleições do ano seguinte.

Mas uma grande parte das firmas acabou invalidada pelos cartórios eleitorais, o que é comum nesses casos. Os militantes da Rede ficaram sem seu partido e Marina Silva filiou-se ao PSB temporariamente.

O NOVO também já solicitou o registro ao TSE e aguarda o julgamento do pedido. Os cartórios reconheceram mais de 500.000 assinaturas pela criação da sigla, o que é suficiente para a formalização. O NOVO empunha algumas bandeiras do liberalismo clássico, com redução do papel do Estado, corte de impostos e valorização do papel do indivíduo.

Ainda que tenha sido criado por empresários, administradores e profissionais do mercado financeiro, o NOVO tenta construir um modelo de financiamento que não dependa de doações empresariais. Em vez disso, a sigla aposta na arrecadação de recursos com seus filiados. A ideia é reunir pelo menos 12.000 filiados, os demais partidos citados estão em vias de estruturação e em fase de coleta de assinaturas.

Imagina se a moda pega. Logo teremos a reforma da reforma politica que separará os partidos por estado e município.

Ronnie Annunciação - É Membro da Associação Brasileira de Consultores Políticos (ABCOP), participou nos níveis estratégicos de diversas campanhas eleitorais e planejamento de mandatos.

Atualmente é sócio-diretor do Portal Estratégias Políticas, da Two.up Merchandising e da Ooz Participações Editora e Propaganda. É escritor, colunista de política e de jornalismo em diversos jornais, revistas e sites.

Continue Lendo

A liberdade contra a infâmia !

estrategiaspoliticas
0 comentários
Marketing Político

Bem-vindos à era do lápis. Tal como, o conhecemos, tem mais de 400 anos. Infalível, durável, leve, barato, adorado por crianças e adultos. Em plena era digital, se transformou em poderoso símbolo da liberdade de expressão. Só ele consegue suplantar o fuzil AK-47 que na semana passada massacrou dezessete cidadãos franceses, doze deles jornalistas gráficos. Milhões de franceses o empunharam em protesto no último domingo (11/1).

A extraordinária resposta do povo francês ao banho de sangue perpetrado pelos terroristas dias antes nos remete obrigatoriamente aos valores e palavras que inspiraram os revolucionários de 1789: Liberté, Egalité, Fraternité. Estas palavras mágicas, mesmo para quem não tem familiaridade com o idioma, constituem o trinômio elementar do dicionário político universal.

A França reencontrou-se com o seu passado e o mundo livre reencontrou-se com a França. A derrubada do absolutismo e do poder clerical voltou à ordem do dia. O combate implacável ao terrorismo só será bem sucedido se acompanhado por um compromisso integral com a democracia e o secularismo republicano.

Os princípios básicos da revolução dos direitos humanos conhecida como a Revolução Francesa estavam embutidos em cada edição do Charlie Hebdo. Esta semelhança apertou o gatilho das armas dos jihadistas e está levando o mundo livre a adotar como sua identidade o título de uma publicação semanal fundada há apenas 44 anos.

“Écrasez l’infâme”, arrasem a infâmia, proclamava o filósofo Voltaire. Domingo passado, no Boulevard Voltaire, em Paris, cerca de 250 anos depois, percebemos as armas capazes de liquidar a intolerância e o fanatismo religioso: unidade, serenidade, respeito ao outro.

Je suis Charlie, somos todos Charlie, significa que somos zelosos defensores da liberdade de expressão, respeitamos os jornalistas porque defendem o nosso direito de pensar mas também podemos discutir os seus erros.

Com a intransigência e o sangue de dezessete franceses livres, os novos maquis, o mundo de repente tornou-se um imenso Observatório da Imprensa.

Excelente e emocionante editorial publicado no Observatório da Imprensa, pelas sábias palavras do meu colega Alberto Dines, ao qual eu presto essa singela homenagem, replicando seu conteúdo.

Continue Lendo

5 Slogans que os eleitores vão rejeitar nas eleições de 2016!

estrategiaspoliticas
0 comentários
Marketing Político

Fique longe destes slogans que selecionei para a próxima campanha de 2016

Fiz e vou continuar fazendo  - O "Fiz" em questão só ganhará motivação na decisão do voto, se o eleitor foi diretamente beneficiado pela ação. Que normalmente é pontuada, geo localizada e não atinge a população em geral.

Vote em quem você confia - A classe desgastada e imersa em fatos negativos, que colaboram para propiciar uma desconstrução da imagem, o político não conseguirá converter votos pelo apelo “confiança”.

Novo e experiente - O Efeito que se iniciou em meados de 2000, vem se arrastando frente a antigos caciques de varias regiões, que ainda conseguem se sobressair pela experiência e deixa o novo com poucos argumentos a serem desenvolvidos em sua campanha.

O amigo de sempre - Político não tem mais amigos. Hoje é uma grande razão para se afastar dele e de seu grupo. o eleitor não tem mais aquela árdua paixão pelo grande político. Tem que esquecer o amor e montar uma campanha baseada em razão.

Nesse você pode confiar - Nem mesmo as famílias fazem isso hoje, confiar. Substitua essa transferência de crédito para uma transferência de projetos concretos que tenha feito ao longo de sua experiência na área política, faça com que a confiança venha como resultado, e não por um apelo.

Hoje o voto deve passar por um processo de seleção, será analisado o histórico, o perfil e comprovação de promessas e propostas. Não seja evasivo na comunicação e não esqueça que nenhuma eleição é igual a outra, pense nisso.

Continue Lendo

De que modo escapar aos aduladores !

estrategiaspoliticas
1 comentários
Marketing Político

Niccolò Machiavelli ensina....

Tem muito governo, político e executivos que são cercados por assessores despreparados que temem dar conselhos e dizer a verdade em determinados momentos. O poder exerce tanta influência na vida de um governante que às vezes ele acaba cegando os olhos para a realidade e tomando decisões erradas. O texto a seguir, escrito por Maquiavel em 1513, está atualizado e serve para a nossa realidade. É uma leitura indispensável para os políticos brasileiros.

Não quero deixar de tratar de um ponto importante, de um erro do qual os príncipes (governantes) só com muita dificuldade se defendem, se não são de extrema prudência ou se não fazem boa escolha. Refiro-me aos aduladores, dos quais as cortes estão repletas, dado que os homens se comprazem tanto nas suas coisas próprias e de tal modo se iludem, que com dificuldade se defendem desta peste e, querendo defender-se, há o perigo de tornar-se menosprezado. Não há outro meio de guardar-se da adulação, a não ser fazendo com que os homens entendam que não te ofendem dizendo a verdade; mas, quando todos podem dizer-te a verdade, passam a faltar-te com a reverência.

Portanto, um príncipe (governante) prudente deve proceder por uma terceira maneira, escolhendo em seu Estado homens sábios e somente a eles deve dar a liberdade de falar-lhe a verdade daquilo que ele pergunte e nada mais. Deve consultá-los sobre todos os assuntos e ouvir as suas opiniões; depois, de liberar por si, a seu modo, e, com estes conselhos e com cada um deles, portar-se de forma que todos compreendam que quanto mais livremente falarem, tanto mais facilmente serão aceitas suas opiniões. Fora aqueles, não querer ouvir ninguém, seguir a deliberação adotada e ser obstinado nas suas decisões. Quem procede por outra forma, ou é precipitado pelos aduladores, ou muda frequentemente de opinião pela variedade dos pareceres; daí resulta a sua desestima.

Quero, a este propósito, aduzir um exemplo atual: Padre Lucas, homem do atual Imperador Maximiliano, falando de Sua Majestade, disse que ele não se aconselhava com ninguém e não fazia nada a seu modo; isso resultava de ter costume contrário ao acima exposto. Porque o Imperador é homem discreto, não comunica a ninguém os seus desígnios, não pede parecer; mas, como ao serem postos em prática começam a ser conhecidos e descobertos, começam, a ser contrariados por aqueles que o cercam, e ele, como é homem de opinião fraca, os desfaz. Dai resulta que as coisas que faz num dia são destruídas no outro e que não se entenda nunca o que ele quer ou o que deseja fazer, não podendo pessoa alguma basear-se em suas deliberações.

Um príncipe, portanto, deve aconselhar-se sempre, mas quando ele queira e não quando os outros desejem; antes, deve tolher a todos o desejo de aconselhar-lhe alguma coisa sem que ele venha a pedir. Mas deve ser grande perguntador e, depois, acerca das coisas perguntadas, paciente ouvinte da verdade; antes, notando que alguém por algum respeito não lhe diga a verdade, deve mostrar aborrecimento. Há muitos que entendem que o príncipe que dá de si opinião de prudente, seja assim considerado não pela sua natureza, mas pelos bons conselhos que o rodeiam, porém, sem dúvida alguma, estão enganados, eis que esta é uma regra geral que nunca falha: um príncipe que não seja sábio por si mesmo, não pode ser bem aconselhado, a menos que por acaso confiasse em um só que de todo o governasse e fosse homem de extrema prudência. Este caso poderia bem acontecer, mas duraria pouco, porque aquele que efetivamente governasse, em pouco tempo lhe tomaria o Estado; mas, aconselhando-se com mais de um, um príncipe que não seja sábio, não terá nunca os conselhos uniformes e não saberá por si mesmo harmonizá-los. Cada conselheiro pensará por si e ele não saberá corrigi-los nem inteirar-se do assunto. E não é possível encontrar conselheiros diferentes, porque os homens sempre serão maus se por uma necessidade não forem tornados bons. Consequentemente se conclui que os bons conselhos, venham de onde vierem, devem nascer da prudência do príncipe, e não a prudência do príncipe resultar dos bons conselhos.

Texto extraído na íntegra do livro “O príncipe – Maquiavel” – Capítulo XXII

Continue Lendo

A internet e o marketing político !

estrategiaspoliticas
1 comentários
Marketing Político

A internet ainda é pouco explorada pela classe política brasileira, infelizmente. Mesmo com o grande crescimento dos internautas, principalmente com aparelhos celulares.

No entanto, já é possível perceber alguns sinais de mudanças no comportamento dos políticos, principalmente dos parlamentares mais jovens, que mantém contatos com a sociedade por meio das redes sociais (facebook, twitter, instagram, site, blog, etc).

O exemplo Barack Obama ratificou a importância da internet no meio político. O democrata conseguiu aumentar o seu poder de mobilização com a web. Chamamos isto de “redes sociais”, onde alguém usa a internet para se relacionar com diversas pessoas, dos mais diferentes segmentos sociais, valores e orientações ideológicas.

Ainda são poucos os políticos que usam a internet como um novo meio de contato com a sociedade, e como eu disse acima, são justamente os políticos mais jovens que conseguem entender essa oportunidade que a internet proporciona. Isto se justifica pela facilidade que os mais jovens têm em manusear a web.

A inserção dos políticos nas redes sociais é uma questão de estratégia.

Se você quer falar com os jovens e ganhar seu apoio, tem que ir onde eles estão. E hoje, quase 90% possuem acesso à internet, seja em casa, espaços públicos, lan-houses ou até mesmo pelo celular. Foi assim que Obama conseguiu convencer os jovens americanos a votar (já que nos EUA o voto é facultativo e a participação da juventude sempre foi inferior).

A internet veio para ajudar. Por trás disso tudo está a necessidade que os políticos têm em manter um diálogo aberto com a sociedade, a necessidade de abrir fluxos de comunicação com os seus eleitores, de prestar contas de sua atuação administrativa e parlamentar.

E como vivemos numa sociedade bombardeada por informações de todos os gêneros, não há espaço para todos os políticos. E daí surge à necessidade de criar suas próprias ferramentas de contato com a sociedade.

Todo e qualquer político que não prestar contas de suas ações e não se comunicar claramente com o seu eleitor estará fadado à derrota. Prova disso é a taxa de renovação nas casas legislativas, que chega a 60%.

Nossos políticos, principalmente os mais incrédulos, precisam entender que a política mudou, e as formas de manifestações também mudaram.

Hoje, muitos grupos da sociedade civil organizada reivindicam por meio de abaixo-assinados realizados pela internet. Expõem e discutem temáticas nas redes sociais.

Temos a solução ideal para você político, queremos desenvolver uma estratégia focada para o seu sucesso. Antecipe-se aos seus concorrentes, pois eles também estão lendo esse artigo.

Procure-nos....

Continue Lendo

Serei candidato em 2016, e agora ?

estrategiaspoliticas
0 comentários
Marketing Político

O marketing político eleitoral transformou-se em um instrumento indispensável para o bom desempenho dos candidatos a cargos eletivos. Nota-se que, ao se candidatarem, a grande maioria dos candidatos caem nas mesmice. Em regra, uns copiam os outros. Falta criatividade e coragem para fazer diferente. Para mostrar que é preciso ser diferente (e isto implica querer) é que estamos propondo algo (diferente) a quem deseja consagrar-se na CAMINHADA POLÍTICA.

Se você vai ser um CANDIDATO na próxima eleição e topa fazer diferente, parabéns, estamos começando a nos entender. Nossa proposta é instruí-lo bem como instrumentalizar a sua CAMPANHA de forma que todos os olhares se voltem para VOCÊ. Você é um dos que topa fazer diferente?

Então vamos trabalhar juntos. Procure-nos....

Continue Lendo